Tina Lorizzo participa em painel sobre inovação e modelos híbridos de justiça transicional em MoçambiqueA Directora da REFORMAR, Tina Lorizzo, participou como oradora no Painel II da Conferência Nacional sobre Justiça Transicional em Moçambique, subordinado ao tema “Inovação, Localização e Modelos Híbridos de Justiça Transicional: Abordagens Contextualizadas, Mecanismos Comunitários e Experiências Comparadas”. O painel promoveu uma reflexão sobre a articulação entre mecanismos formais, comunitários e híbridos de justiça como instrumentos para a reconciliação e construção da paz, analisando experiências comparadas, práticas tradicionais de resolução de conflitos e o papel das comunidades nos processos de justiça transicional. Durante a sessão, foram igualmente discutidas questões relacionadas com a integração das perspectivas de género, juventude e grupos em situação de vulnerabilidade, bem como a necessidade de desenvolver soluções de justiça transicional inovadoras, legitimadas pelas comunidades e ajustadas às especificidades do contexto moçambicano.https://admin.reformar.co.mz/noticias/tina-lorizzo-participa-em-painel-sobre-inovacao-e-modelos-hibridos-de-justica-transicional-em-mocambiquehttps://admin.reformar.co.mz/noticias/tina-lorizzo-participa-em-painel-sobre-inovacao-e-modelos-hibridos-de-justica-transicional-em-mocambique/@@download/image/746780096_1967493330781919_6049384109954254126_n.jpg
Tina Lorizzo participa em painel sobre inovação e modelos híbridos de justiça transicional em Moçambique
A Directora da REFORMAR, Tina Lorizzo, participou como oradora no Painel II da Conferência Nacional sobre Justiça Transicional em Moçambique, subordinado ao tema “Inovação, Localização e Modelos Híbridos de Justiça Transicional: Abordagens Contextualizadas, Mecanismos Comunitários e Experiências Comparadas”. O painel promoveu uma reflexão sobre a articulação entre mecanismos formais, comunitários e híbridos de justiça como instrumentos para a reconciliação e construção da paz, analisando experiências comparadas, práticas tradicionais de resolução de conflitos e o papel das comunidades nos processos de justiça transicional. Durante a sessão, foram igualmente discutidas questões relacionadas com a integração das perspectivas de género, juventude e grupos em situação de vulnerabilidade, bem como a necessidade de desenvolver soluções de justiça transicional inovadoras, legitimadas pelas comunidades e ajustadas às especificidades do contexto moçambicano.