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SUMMARY:Webinário sobre Direito dos Reclusos ao Voto em África
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DESCRIPTION:“A universalidade do direito ao voto é importante não apen
 as para a nacionalidade e a democracia. O voto de cada cidadão é um sím
 bolo de dignidade e de pessoalidade. Literalmente\, diz que todos contam.
 ” - [Sachs J\, paragraph 17\, August and Another v Electoral Commission 
 and Others 1999].  Em termos gerais\, o sufrágio universal refere-se ao d
 ireito dos cidadãos adultos de votar. No entanto\, esse direito sempre fo
 i mais ou menos restrito\, nas democracias. Ser maior de idade\, ter mente
  sã e não ser um recluso condenado\, são alguns exemplos de restriçõe
 s. Os defensores da extensão dos direitos de voto aos reclusos\, contam c
 om os padrões de direitos humanos internacionais\, regionais e doméstico
 s\, que reconhecem a participação política como um direito humano funda
 mental.  Em África\, o direito dos reclusos ao voto foi discutido com suc
 esso nos tribunais da África do Sul\, Malawi\, Gana\, Quênia\, Nigéria\
 , Zâmbia e Uganda. Em Moçambique\, embora os tribunais ainda não tenham
  tratado do assunto\, foi apresentado um pedido ao Provedor de Justiça e 
 à Comissão Nacional dos Direitos Humanos para se pronunciarem sobre o as
 sunto e foi dada uma recomendação para a implementação de medidas que 
 permitam aos reclusos votar em futuras eleições.  No decurso de 2020\, 2
 1 países Africanos deviam realizar eleições\, no entanto\, apenas nove 
 ocorreram como resultado da pandemia do Coronavírus.  Curiosamente\, no M
 alawi\, um dos poucos países africanos que prosseguiu com as eleições e
  onde os reclusos têm direito a voto\, uma eleição presidencial repetid
 a ocorreu em Junho de 2020 e os reclusos receberam equipamento de protecç
 ão individual adequado contra a COVID-19\, que lhes permitiu votar\, apes
 ar da pandemia.  Mesmo quando os tribunais permitem que os reclusos votem\
 , os atrasos na regulamentação da legislação e as limitações de recu
 rsos são frequentemente citados pelos governos como razões para impedir 
 os reclusos de votar.  Este webinário refletirá sobre o estado da situa
 ção em relação ao direito dos reclusos de votar na África e também l
 ançará uma luz sobre as eleições no futuro próximo\, como em Uganda e
  Zâmbia\, programadas para 2021.  Pretendemos revisar como os países pod
 em enfrentar alguns dos desafios do direito dos reclusos de votar.  Facili
 tador: Janelle Mangwanda (ACJR) Palestrantes: •Tina Lorizzo – REFORMAR
  (Mozambique) •Victor Mhango – CHREAA (Malawi) •Lukas Muntingh – A
 CJR (South Africa) •Peter Davis Mutesasira – Uganda Christian Universi
 ty (Uganda)
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